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Garrison e outpost: custos, tempos e regras de bloqueio

Um ponto de renascimento bem colocado vale mais do que dez abates. Desloca o ponto a partir do qual o seu esquadrão recomeça e, com ele, o tempo necessário para voltar a pressionar o setor. Esta página compara as duas estruturas que o permitem, com os valores reais e as distâncias a que deixam de funcionar.

Outpost: o ponto do esquadrão isolado

Garrison: o ponto de toda a fação

Posição defensiva com vista sobre o setor
Imagem oficial da página do jogo na Steam.

As consequências práticas destes números

A regra dos 200 metros obriga a escolher

Não é possível cobrir um setor com quatro garrisons próximos: a distância mínima obriga a distribuí-los. O resultado é que a cobertura de um setor se projeta antes, olhando para o mapa, e não se improvisa com o ataque já em curso.

Em território inimigo o raio de bloqueio é enorme

Cem metros são uma praça inteira. Um garrison colocado num setor disputado deixa de funcionar assim que um defensor passa nas imediações, pelo que tem de ser posto onde o inimigo não passa por acaso: atrás de uma sebe densa, numa depressão do terreno, nas traseiras de um edifício, nunca no lado virado para a frente.

O som atraiçoa os dois lados

Garrisons e outposts emitem tráfego rádio audível. Estática ligeira significa que há alguém hostil nas imediações; estática cheia significa que a estrutura já está bloqueada. Vale nos dois sentidos: se anda à procura de um garrison inimigo, caminhe devagar e oiça em vez de correr.

Sequência recomendada para um ataque

  1. Antes de avançar, confirme onde já existe um garrison amigo e a que distância fica do setor a atacar.
  2. Se ficar a mais de trezentos metros, a prioridade não é atacar, é levar abastecimentos para a frente.
  3. O oficial coloca o outpost mesmo fora do alcance visual do setor, não lá dentro: dez metros de raio de destruição perdoam pouco.
  4. O garrison só se constrói quando a área estiver controlada durante o tempo necessário para descarregar os abastecimentos.
  5. Depois da conquista, o garrison tem de avançar: um garrison nas costas da frente serve para defender, não para atacar.
Erro recorrente: construir um garrison em setor inimigo com a última carga de abastecimentos disponível. Se um defensor passar a noventa metros, gastou cem abastecimentos numa estrutura que não faz renascer ninguém.

Como se desmonta e porquê fazê-lo

Um garrison mal posicionado ocupa um dos oito lugares disponíveis e bloqueia o raio de duzentos metros à sua volta. O comandante e o oficial que o colocou podem desmontá-lo manualmente; o comandante dispõe ainda de uma capacidade para remover um à distância, ao custo de recursos e com um tempo de recarga. Libertar um lugar mal ocupado é muitas vezes mais útil do que construir um novo.